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Destiny: Rise of Iron - Análise

Inicie uma nova jornada.

A série da Bungie retorna com mais um conteúdo adicional, que nos leva agora para uma nova campanha que se passa numa vasta e gélida locação. Destiny: Rise of Iron é atualmente o último DLC planejado para o jogo, onde os jogadores irão explorar a nobre história por trás de um dos eventos mais amados de Destiny, a Bandeira de Ferro, e lutar ao lado de Lord Saladin.

Esse conteúdo inclui: um cenário totalmente novo na Terra chamado "Plaguelands," uma perigosa área, repleta de ação e que foi colocado em quarentena durante séculos; uma Incursão para seis jogadores; Felwinter Peak, um novo espaço social onde os jogadores devem escalar uma montanha gelada para recuperar uma fortaleza dos Guardiões; Assaltos para três jogadores em cooperação; mais missões, armas, equipamentos; um novo modo multiplayer competitivo chamado Supremacia e quatro novos mapas PvP; um aumento do nível de luz para 385; uma nova facção inimiga de Decaídos, e muito mais.

Com uma estrutura praticamente inalterada, sua missão será ajudar Lord Saladin, o último Senhor da Idade do Ferro, bem como patrono da bandeira de ferro, a lutar contra o retorno da S.I.V.A, uma tecnologia exclusiva que capacitou o homem a conquistar o espaço, e que, posteriormente, tornou-se consciente e agressiva. Por esta razão, os Senhores do Ferro, até então considerados defensores invencíveis da última cidade, foram forçados a fazer sacrifícios.

Esta nova área, chamada de Plaguelands, tem uma conformação do anel semelhante ao de Vênus e contêm um complexo industrial, chamado de Forge of Archon. Este local irá funcionar em todos os sentidos de uma maneira similar ao Tribunal de Oryx. Você vai ter que utilizar uma chave em seus terminais para iniciar uma batalha semelhante a um evento público, no qual todos aqueles no servidor podem participar.

O Plaguelands esconde vários segredos, como algumas peças de armas que irão encontrar no final da campanha. A estrutura dessa expansão, na verdade, é uma reminiscência de The King of Corruption, com uma breve história para servir como abertura para os eventos. Após isso, você estará livre para escolher as bifurcações da trama. Haverá missões para desbloquear três assaltos - um é novo e outros dois são relançamentos do que vimos no passado. Outras missões servirão para ativar a forja de Archon e, mais precisamente, para encontrar algumas armas realmente interessantes, como a Gjallarhorn, por exemplo.

Esteticamente falando, o Plaguelands não diverge muito dos demais locais da Terra, a não ser pela neve branca que cobre o chão. É claro que a Bungie preparou algumas surpresas nesta nova área, o que provavelmente ganha vida durante a próxima bandeira de Ferro. Como citado acima, Rise of Iron contará com novos mapas e o novo modo Supremacia, bem como novos conjuntos de armaduras e armas. Gostaria de sugerir que explorem cuidadosamente as estátuas da sala, talvez você possa encontrar alguns segredos.

Algo que faz realmente falta é o lançamento da Raid "A Ira da Máquina" que estará disponível às 14h do dia 23 de setembro, sendo assim, até lá, o jogo nos dá a oportunidade de lutarmos em novos mapas, propondo arenas realmente letais. O ritmo dos novos mapas é frenético e não impõe uma abordagem diferente para o jogo. Portanto, o mais importante é descobrir o impacto das novas armas. Na verdade é bom ter algo novo no PvP, isso sempre irá prender nossa atenção nesse importante componente de Destiny.

Rise of Iron pode ser completado em poucas horas, mas felizmente sempre vamos iniciar novas missões para desbloquear novas armas e atividades. Além disso, a estrada para o nível de luz máximo de 385 ainda será longo, sendo assim, nossa jornada em Rise of Iron está apenas começando.

Destiny: Rise of Iron - Análise Christian Donizete Inicie uma nova jornada. 2016-09-22T08:00:00-03:00 4 5

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