Dead Rising 3: Operation Broken Eagle - Análise

Adam Kane é o novo protagonista e tem como objetivo salvar o presidente dos Estados Unidos.

O blindado se destaca neste novo pacote como um veículo útil e divertido.

Dead Rising 3 foi um dos títulos de lançamento para o Xbox One. Um jogo que prometeu elevar o nível de gampelay com inúmeros zumbis na tela, mas que não impressionou muito a crítica especializada. Agora surge o primeiro de quatro DLCs para o jogo, intitulado como Operation Broken Eagle, que promete levantar o astral do novo título da Capcom.

A expansão é parte da série Untold Stories of Los Perdidos, protagonizada por Adam Kane, comandante da equipe Spec Ops, encarregado de encontrar e salvar o presidente dos Estados Unidos. O pacote incluí uma nova combinação de armas, veículos, roupas e cinco armas inéditas.

Enviado nessa missão, Kane e sua equipe não são bem recepcionados. Próximo ao local de pouso de seu helicóptero, eles são atacados por mísseis que derrubam a aeronave. O violento impacto da queda faz com que os membros da equipe se espalhem por diferentes locais da cidade.

Após o acidente, Kane percebe que a situação não é nada boa e começa o seu trabalho em busca de sobreviventes. Seu único aparelho é um rádio que indica os locais por onde deve se locomover e também mostra os pontos infestados pelos zumbis. Agora além de sua missão principal, nosso protagonista precisa encontrar a caixa-preta do helicóptero para evitar que todas as informações contidas ali caiam em mão erradas.

Para se locomover é possível utilizar veículos, como fazemos em Dead Rising 3, porém neste DLC temos a opção de utilizarmos um blindado, que apesar de lento, apresenta uma arma de grosso calibre e alto poder de destruição.

Nosso nível de habilidade será o mesmo que adquirimos com Nick Ramos, ou seja, todas as nossas habilidades de combates e combos serão transferidos para o novo protagonista. Isso será o suficiente para enfrentarmos os novos inimigos e também alguns infectados que faziam parte da equipe e agora se tornaram zumbis? Espero que sim!

"Los Perdidos não muda muito. É um pouco mais assustador, mas com os mesmos ambientes, que antes eram tomados por zumbis e agora estão ocupados por terroristas."

Dead Rising 3: Operation Broken Eagle - Trailer de lançamento

O DLC vai tomar cerca de 4 horas se realizarmos as missões secundárias. Tempo suficiente para encontrar sobreviventes, eliminar inúmeros zumbis e realizar as novas side-quests disponíveis. Apesar de estarmos familiarizados com os ambientes, temos um pouco de variedade neste DLC quando realizamos missões que envolvem fortalezas tomadas por rebeldes.

No restante, Los Perdidos não muda muito. É um pouco mais assustador, mas com os mesmos ambientes, que antes eram tomados apenas por zumbis e agora estão ocupados também por terroristas.

A princípio o DLC não oferece muita variedade, mas não deixa de ser uma alternativa para quem já terminou o jogo e procura por algo novo. As armas também podem ser combinadas e envolvem fuzis e metralhadoras. Muito útil para abater inúmeros zumbis em um curto espaço de tempo.

Trata-se de um DLC com 13GB que apesar de acrescentar pouco a estrutura central do jogo, ainda traz alguma diversão. Quem adquiriu o Season Pass pode baixar o pacote gratuitamente, ou comprar o DLC separadamente.

7 / 10

Leia nosso sistema de pontuação Dead Rising 3: Operation Broken Eagle - Análise Rodrigo Spinetti Adam Kane é o novo protagonista e tem como objetivo salvar o presidente dos Estados Unidos. 2014-01-28T17:00:00-02:00 7 10

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