The Bridge - Análise

Quebra-cabeça numa jogatina única.

Visual grafite. Ilustrações bem feitas. Quebra-cabeça muito interessante e divertido de se jogar. Game para marcar o gênero.

Quando se fala em Puzzle, pelo menos eu, já lembro de Tetris. Claro que foi o precursor do estilo e a evolução é completamente notória nos jogos atuais. The Bridge não é diferente e traz um mundo cinza com uma qualidade incrível. Destaque para o personagem que é um completo rascunho animado, rabiscadão mesmo. rs!

Jogador começa em sua casa. Cada porta abre uma possibilidade de novos desafios. Objetivo do jogador em cada fase é extremamente básico. O protagonista começa num lugar da fase e tem que chegar até uma porta, que geralmente está trancada. Simples. Único movimento que o personagem possui é andar para um lado ou outro. Não pula ou corre, nada.

Grande lance é a possibilidade de girar toda a fase em qualquer sentido quantas vezes quiser. Com as teclas direcionais no PC ou as "L e R" no controle, é possível girar todo o mundo. Física aplicada influencia 100% na jogabilidade. Ao girar apenas um pouco, o personagem escorrega. Se girar 180 graus, já estará de pé no teto, por exemplo. Algumas fases é apenas necessário girar para escorregar a chave até você.

A dificuldade aumenta muito com o passar das fases.

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Inimigos são somente as bolas com rostos chamadas de "Menace" (Ameaça). Elas não podem encostar no personagem. Se isso acontece, o jogador não morre, apenas fica uma estrutura marcando o ponto da colisão. Neste caso é obrigatório voltar no tempo com um simples comando de botão para evitar este fato. Recurso que também pode ser usado a qualquer momento para refazer um movimento mais arriscado.

Chaves estão nos locais mais inusitados. Penduradas num abismo. Num ambiente humanamente impossível de se chegar entre outras. Fases mais avançadas, já contam com Vortex, uma espécie de buraco negro que prende o jogador ou qualquer ameaça que chegar perto. Alguns momentos, entrar no Vortex é obrigatório para passar a fase. Isso é Puzzle. rs! Mundo pararelo onde o personagem assume um tonalidade branca faz parte da jogatina. Veil, ou Véu, é o detalhe mais maluco do game. Nele você pode alterar completamente a gravidade. Chuva, lustres, cortinas são importantes indicadores durante o quebra-cabeça.

Graficamente o game é uma obra de arte que queima o cérebro só de tentar entender. Paleta de cores grafite tornam o game relaxante. Personagem muito bem desenhado animado como uma skete. Cada fase é exclusiva com arquiteturas impossíveis. Trabalho muito bem estudado.

No total, são 48 quebra-cabeças que vão torrar sua cabeça. Após concluir o enredo principal, uma versão alternativa do jogo é desbloqueada. Game muito difícil que vai desafiar até os mais intelectuais. Se ficar muito difícil, o game conta oom um sistema de ajuda .

The Bridge - Trailer de lançamento

Não dá vontade de parar de jogar. Apesar de um aspécto aparentemente simples, The Bridge se mostrou um game de respeito e muito caprichado. Gráficos limpos onde cada detalhe é extremamente importante para a jogatina. Trilha sonora diminui o stress gerado pelo game. Mesmo num gênero "manjado", The Bridge é extremamente inovador merecendo, com certeza, o status de game fenomenal. Para perder horas e horas jogando.

10 / 10

Simplesmente incrível. The Bridge traz uma simplicidade tão grande nas cores que não o torna enjoativo. Jogabilidade bem elaborada. Quebra-cabeças incríveis. Um dos melhores Puzzle que já joguei!

Leia nosso sistema de pontuação The Bridge - Análise Rodrigo Spinetti Quebra-cabeça numa jogatina única. 2013-02-20T00:03:00-03:00 10 10

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