Proteus - Análise

Nada pra fazer num mundo fantástico.

Proteus foi lançado dia 30 de Janeiro no Steam mas já era conhecido entre muitos gamers desde o ano passado. Game onde a única coisa pra fazer é explorar, andar e fazer parte da natureza. Participar magicamente da transição das estações do ano e contemplar cada uma. Gráficos diferentes com uma combinação de cores fantástica.

Depois de Minecraft, o mundo dos games recebeu um punhado de games estilo retrô. Gráficos 8 bit, 16 bit. Um segmento do mercado que está sendo muito explorado pelos novos visionários da atual geração de programadores. Proteus não é diferente. Ele é descrito como gráficos 8 bit, mas não tive essa sensação. Atari 2600 3D seria a melhor explicação. Algo nunca visto anteriormente desta maneira.

"Atari 2600 3D seria a melhor explicação"

cenario

Se existisse um de Atari 2600 em 3D, seria mais ou menos assim.

O visual lembra Minecraft, mas não tem nada a ver. entendeu? rs! Explico: Completamente "pixelado" mas sem sombras nos cenários. Uma árvore por exemplo, tem duas cores. Cor do caule e cor das folhas. Tudo muito simples. Não existe textura. Um game 3D com aparência 2D. O que o torna único são as paletas de cores utilizadas. As cores do chão, árvores, plantas, mar. Tudo combina. Passear nas ilhas de Proteus não é cansativo para os olhos. O pouco se torna muito em relação ao visual do game.

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A qualquer momento do dia ou estação, a paleta de cores é muito boa.

A jogabilidade é mais simples possível. Game em primeira pessoa. Teclas "W, S, A e D" para se movimentar e Mouse para olhar. Tecla "Q" faz o jogador andar sem parar. "F9" cria cartões postais que é uma espécie de "Save" que volta exatamente no momento que a tecla foi clicada. Mundo e tempo tudo igual.

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